
"Mulher de coração de teia e mãos de grilhões,
Sobre quantos corpos jaz o teu pudor?
Desfaz este pueríl encanto
e sorri entrecortado pra eles,
espectros que outrora foram homens
Vagando no limbo das ilusões rarefeitas!
Quando o rancor cristalizar
Forjarei a Adaga Sútil,
para enfim amputar
A intensa saudade que pende da minh'alma
E uma náusea corpórea provinda deste infame Desejo
Concebeu este inútil estado de mágoa."
Gabriel Rocha
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